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Suspeitos de incendiar ônibus em Toledo são apreendidos pela Polícia Civil

Suspeitos de incendiar ônibus em Toledo são apreendidos pela Polícia Civil

A Polícia Civil de Toledo agiu rápido e menos de um mês depois cumpriu dois mandados de prisão contra os suspeitos de terem ateado fogo em um ônibus do transporte coletivo municipal na noite do dia 20 de maio, na Rua Guerino Antônio Vicari, no Santa Clara IV.
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Foram cumpridos dois mandados de prisão na manhã desta segunda-feira (17), nas ruas Alceu Sartoretto e Antônio Vicente Araújo, também no Santa Clara IV. Os dois mandados contra maiores de idade, sendo que mais um menor de idade foi apreendido por ter participado do crime. O quarto participante do ato já foi identificado e teve o mandado de prisão expedido, mas encontra-se foragido.
O delegado-chefe da 20ª Subdivisão Policial de Toledo (20ª SDP), Antônio Donizete Botelho, enfatizou a rapidez com que a Polícia Civil resolveu o caso e identificou os responsáveis.
“Nós conseguimos resolver o caso em menos de um mês, o que demonstra a celeridade do trabalho de toda a equipe da Polícia Civil de Toledo. Isso é uma resposta a população, demonstrando que estamos trabalhando diuturnamente para melhorar a segurança de Toledo e região”, frisou.
O caso
O ônibus do transporte coletivo da Viação Sorriso de Toledo foi incendiado na noite do dia 20 de maio na Rua Guerino Antônio Vicari nas proximidades do Cemitério Jardim da Saudade, no Santa Clara IV.
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Na ocasião quatro indivíduos encapuzados abordaram o ônibus e pediram para que o motorista deixasse o veículo, sendo ele o seu único ocupante. Em seguida, os indivíduos utilizaram um galão com 5 litros de combustível para incendiar o ônibus. Após o crime, eles fugiram, tomando rumo ignorado. Equipes do Corpo de Bombeiros estiveram no local e controlaram o incêndio. Nenhuma pessoa se feriu em decorrência deste ato.
Morte do jovem Marcos Pavão
Segundo o delegado-chefe da 20ª SDP, Antônio Donizete Botelho as investigações apontaram que o caso do ônibus incendiado foi uma retaliação a morte do jovem de 18 anos Marcos André Goulart Pavão, ocorrida no dia 19 de maio na Avenida Maripá, após uma perseguição policial. O jovem foi morto a tiros por policiais militares e o caso segue sob investigação por parte da Polícia Militar (PM).
De acordo com o delegado-chefe da 20ª SDP um dos responsáveis por atear fogo no ônibus era amigo pessoal do jovem, e a sua morte seria a causa do ato de vandalismo. “Esse ato foi uma retaliação a morte do jovem no suposto confronto com os policiais militares. Todos os envolvidos são moradores do mesmo bairro, onde o jovem residia, sendo que um deles era amigo pessoal do rapaz”, informou.
O delegado termina enfatizando que a família de Marcos André Goulart Pavão não teve qualquer envolvimento com o incêndio no ônibus. “É bom deixarmos bem claro que nenhum familiar do jovem Marcos Pavão teve qualquer tipo de envolvimento, com esse incêndio criminoso. Todos os envolvidos neste crime já foram identificados, sendo que nenhum era familiar do jovem”, concluiu o delegado.
Os envolvidos encontram-se detidos na carceragem da 20ª SDP ficando à disposição da justiça para o prosseguimento do processo de investigação e demais desdobramentos do caso.
ASSESSORIA
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