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Operação contra facção criminosa suspeita de lavagem de dinheiro prende 20 suspeitos no Paraná

Operação contra facção criminosa suspeita de lavagem de dinheiro prende 20 suspeitos no Paraná

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Pelo menos 20 pessoas foram presas no Paraná na operação deflagrada na manhã desta sexta-feira (9) pela Polícia Federal (PF) contra uma facção criminosa suspeita movimentar mais de R$ 7 milhões nos últimos 9 meses de dentro e fora dos presídios de maneira ilegal.

Segundo a PF, o dinheiro movimentado pelo braço financeiro da facção é originário do tráfico de drogas.

A operação foi batizada de Caixa Forte. O principal alvo, conforme a PF, é o contador nacional do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele já estava detido em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.

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Ao todo, estão sendo cumpridos 52 mandados de prisão preventiva, 48 mandados de busca e apreensão e 45 mandados de bloqueio de contas bancárias em 18 cidades do Paraná e em vários estados brasileiros.

Segundo a PF, o esquema envolvia integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Estima-se que, ao todo, essa organização criminosa reúna mais de 23 mil criminosos em todo o país.

Do total de prisões no Paraná, 17 foram cumpridas na Região Metropolitana de Curitiba e três em Londrina. Também foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão na capital, em Londrina, Jacarezinho e Palmas.

Os presos são suspeitos de crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e associação criminosa.

As investigações apontam ainda que o dinheiro movimentado era transferido entre contas bancárias de forma fracionada para não acionar dispositivos de vigilância do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Operação Cravada

Na última terça-feira (6), a Polícia Federal prendeu 28 pessoas em 23 cidades do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Acre, Roraima e Pernambuco, em uma investigação semelhante.

Nesta operação, 418 contas bancárias foram bloqueadas. De acordo com a PF, cerca de R$ 1 milhão por mês circulavam nas contas mantidas pela facção criminosa.

De acordo com a PF, o dinheiro arrecadado era utilizado para a compra de armas e drogas e bancar transporte e estadia de familiares dos presos próximo aos presídios onde os membros do grupo estão detidos.

Fonte: G1

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