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Confederação lamenta morte de Ivan Possamai Júnior e perguntas sobre acidente seguem abertas

Confederação lamenta morte de Ivan Possamai Júnior e perguntas sobre acidente seguem abertas

Confederação lamenta morte de Ivan Possamai Júnior e perguntas sobre acidente seguem abertas

O acidente que vitimou Ivan foi registrado ao vivo por uma transmissão online. Nas imagens é possível ver o momento em que o carro do cascavelense segue e atinge estruturas de concreto no final da pista de arrancada.

No vídeo é possível verificar que algo aconteceu de errado, já que o paraquedas do carro não foi acionado e não há aparente acionamento do freio. A frente, Ivan não encontrou pedras britas ou outro sistema que pudesse diminuir a aceleração. O carro do piloto tinha apenas árvores, um guard rail segurado por estrutura de madeira, blocos de concreto e até um poste. O impacto foi violento e causou destruição do automóvel do cascavelense e sua morte ainda no local.

Ontem, a CGN foi procurada por um piloto, que pediu para não ser identificado por medo de represálias. O desportista apontou uma série de eventuais problemas e chegou a afirmar que não foi uma fatalidade.

Em nota, a Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina tratou o caso como fatalidade e exaltou características da pista. O Corpo de Bombeiros também se posicionou, mas sua liberação para o evento está ligada diretamente a homologação da própria federação.

A partir das situações levantadas, a reportagem procurou, então a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), associação máxima federal de administração do desporto do automobilismo.

A reportagem encaminhou uma série de questionamentos, mas não obteve retorno das respostas neste primeiro momento. A Confederação apenas disse lamentar o falecimento e que já fez contato com a Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina para mais detalhes sobre o ocorrido.

Ficaram sem responder as seguintes perguntas, que continuam abertas para esclarecimentos da CBA:

1) A pista em que ocorria a competição era homologada e havia sido vistoriada, conforme prevê normas desportivas da categoria? Se sim, quem fez a homologação e vistoria foi entidade independente ou a própria organizadora?

2) Qual a metragem da pista onde ocorreu a competição e qual a metragem da área de escape/frenagem? Está dentro do que é requisitado?

3) A existência de blocos de concreto e poste no final da pista é adequada?

4) O guard rail fixado com pedaços de madeira segue normativas?

5) A inexistência de pedra brita na área de desaceleração é permitida?

6) A área de desaceleração pode ser em curva, como no caso de Chapecó?

7) A CBA vai apurar a situação? A apuração será independente?

CGN perguntou para a assessoria de imprensa da CBA se os questionamentos serão respondidos em algum momento. A resposta foi de que “Por esse momento, o posicionamento da CBA é o enviado. Após receber recebermos as informações dos responsáveis pela prova, avaliaremos a hipótese de um novo comunicado”.

Fonte: Cgn

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